Acesse nosso canal no Youtube:
www.youtube.com/channel/UC3PO3OsTHSAPXQEVeSeIQVQ
“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema” (Gl 1:6-8). Essas palavras foram escritas pelo apóstolo Paulo em uma carta, dirigida aos cristãos da Galácia (atual Turquia), entre os anos 48 d.C e 49 d.C. O objetivo do apóstolo era contestar a fé inconstante dos gálatas que, seduzidos pelos falsos mestres judaizantes, estavam abandonando a fé em Jesus Cristo e submetendo-se novamente àquilo que Paulo intitulou de “obras mortas” e de “rudimentos fracos e pobres”. A verdade é que os gálatas estavam aos poucos se distanciando da graça de Deus em Jesus Cristo e se aproximando mais e mais do legalismo judaico propagado pelos falsos mestres. Eles disseminaram nas igrejas cristãs nos tempos de Paulo não apenas o judaísmo radical, mas também o ascetismo oriental. Esse último ensinamento estabelecia que a carne era uma essência má e que apenas o espírito era bom. Por isso, eles rejeitavam o casamento, além de não acreditarem na criação, na encarnação e na ressurreição de Jesus Cristo. O fato é que essas seitas foram responsáveis pela formação do gnosticismo, a principal heresia combatida pelos apóstolos no primeiro século. A postura de Paulo foi muito forte em relação aos princípios heréticos defendidos pelos mestres judaizantes. Ele desempenhou o papel de um verdadeiro exegeta bíblico.
Contudo, chamo a sua atenção para o versículo inicial do
texto. Nele, podemos ler claramente que Paulo estava surpreso em perceber que
os gálatas estavam regredindo e se apostando da fé em Cristo tão rapidamente.
E, esse é o ponto importante que o apóstolo levanta: não há outro evangelho
além do Evangelho que pregado, anuncie a salvação do homem mediante a fé em
Cristo. Ele morreu para justificar o homem dos pecados. Somente por meio Dele o
pecador poderá obter a salvação eterna. Não há mérito ou esforço humanos nisso.
A glória é de Deus, tão somente! “Já estou crucificado com Cristo; e vivo,
não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na
fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl
2:20).
Fico imaginando a diversidades de “evangelhos” que são
pregados atualmente nas igrejas. Há o “evangelho” que estabelece a prosperidade
humana como meio de buscar a Deus, onde a fé é barganhada por resultados
materiais e não espirituais; há o “evangelho” das curas e dos milagres, onde a
principal demanda é atender as necessidades físicas dos membros; há o
“evangelho” tão em voga nas redes sociais, que é o da autoajuda. Esse tipo de
“evangelho psicologizado” pretende solucionar os problemas da alma do homem
fazendo-o a olhar para si mesmo e não para Cristo. Há outro “evangelho” que
confunde liberdade em Jesus com promiscuidade e mundanismo, onde tudo é
permitido. Enfim, poderia aqui ficar escrevendo uma infinidade de “evangelhos”
que são pregados hoje em dia, em muitos lugares por aí.
Todavia, existe apenas um Evangelho verdadeiro: o Evangelho
que, conforme Paulo disse aos gálatas, anuncia Jesus Cristo como o Salvador e o
único digno de honra e de glória. À parte Dele, não há salvação e tampouco
solução para nenhum tipo de problema que o homem possa enfrentar neste mundo. Somente
Nele e por Ele o homem pode andar, falar e ser abençoado. Isso, portanto, deve
nortear o coração do verdadeiro crente, que não busca a Deus por coisas vãs,
materiais e passageiras, mas sim, estabelece a sua fé e esperança na promessa
eterna de Deus em congregar para SI todos os remidos no Seu Reino Celestial.
Portanto, querido irmão, tome cuidado com o tipo de
evangelho que você está ouvindo. Se Ele não apontar para o Cordeiro, algo está
errado. Você pode estar sob o mesmo perigo que os gálatas estavam no passado.
Tome muito cuidado, pois esses lobos não se importam com a sua alma, com a sua
salvação eterna. Eles apascentam a sim mesmos e buscam satisfazer o seus
próprios prazeres carnais.
Que o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo fortaleça a nossa
fé e nos dê animo para continuarmos a caminhada até aos céus.
Fiquem todos com a paz de Cristo!
Pr. Willian Martins
A ira às vezes é inevitável. Até Deus pode ficar irado. A Bíblia fala várias vezes sobre isso. Jesus ficou irado ao ver os comerciantes utilizando o templo de Jerusalém para fins profanos (João 2.13-16). Também existe a ira santa. Essa pode dominar crentes sinceros ao verem como o nome de Deus é zombado de tantas maneiras atualmente.
A ira deixa de ser santa quando o Diabo conquista terreno em nós. E quando isso acontece? Acontece quando a ira acaba tornando-se ódio. É quando ela destrói o próximo. A honra e a justiça de Deus não estão mais no cenário principal, mas o ardor humano na luta por causas próprias. Esse ódio provém do Diabo, que não permite a possibilidade de reconciliação, mas que procura arrasar o próximo até o chão, sem levar em conta se é o cônjuge, o colega de trabalho ou o oponente político.
Quando vocês ficarem irados, não pequem! Nunca permitam que a ira “esquente” para que não queime o próximo! Nem permitam que ela “esfrie” (isto é, que permaneça muito tempo no coração) para conseguir criar raízes de amargura. Não! Perdoem-se mutuamente o quanto antes! Se for possível, ainda no dia de hoje. Ainda antes do pôr do sol.
Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Ef 6,12
Somos reflexo daquilo que acontece no mundo espiritual. As congregações, erradamente chamada de Igreja, refletem o que ocorre em uma outra dimensão. Por exemplo, uma denominação, onde existe muitos casos de adultério, reflete a situação espiritual daquela congregação. Um outro exemplo: denominações extremamente mundana, voltada para as coisas da carne, como a existência de ministérios onde não há respaldo bíblico para sua existência, da mesma forma, exterioriza o espiritual. Uma denominação morta, trás para os seus pseudo cultos, práticas que visam apenas atrair para si, pessoas mortas, que não experimentaram o novo nascimento. E é exatamente aí que vemos a atuação dessa casta de demônios, que a Bíblia chama de "espírito de rebelião". Sua manifestação ocorre, em muitos casos, pelo abandono da essência do evangelho. Os homens esquecem o propósito da Igreja e, olham, apenas para o material, para a quantidade de pessoas que frequentam seus templos e, jamais, com a qualidade. E, assim, acaba atraindo homens malignos, que se tornam religiosos, porém, pela ausência da pregação do evangelho genuíno de Cristo, nunca experimentaram a conversão, o novo nascimento. Foram convencidos que pelas suas obras eram salvos, mas, nunca, nasceram de novo. E, é, exatamente nessas pessoas, que esse demônios agem. Uma das primeiras manifestações dessa casta de demônios se dá pela soberba. O indivíduo muitas das vezes, não se encontra endemoniada, mas, influenciada por este demônio. Então, ele almeja crescer dentro da instituição, ser conhecido, se incomoda com o crescimento espiritual de outros, acusa, promove discórdia e, se o pastor que conduz a congregação, não usar as armas espirituais, qual seja: a oração e os ensino da Palavra, certamente, essa casta de demônios aniquilará essa congregação.
Como lidar com essa casta de demônios?
primeiro, não se esquecer que a oração e o estudo da Palavra são essenciais para o fortalecimento da Igreja. Na nossa congregação, nesses tempo de pandemia, temos dois dias na semana dedicado a oração no templo. As pessoas vão para orar. Nos cultos aos domingos, nossa preocupação maior é com que as pessoas aprenda a Palavra, conheça as doutrinas bíblicas e conheçam mais a Deus. A pregação da Palavra e a oração produz no coração do homem o "temor" a Deus. Quem conhece a Deus, jamais vai se rebelar contra quem quer que seja e, jamais, será um fomentador de contendas e porfias.
Segundo: jamais podemos esquecer que aqueles a serem levantados para o episcopado, devem ser homens de oração e que conheça as escrituras. Não basta ser uma pessoa dinâmica, tem que ser um homem que mantém a comunhão com Deus através da oração e que domine o conhecimento da Palavra. A Bíblia apresenta as qualificações necessárias para um homem ser levantado como obreiro na obra de Deus (1ª Timóteo, 3). Essas qualidades, entendo, que deve ser estendido para todos aqueles que estão trabalhando no templo. O grande problema é a conivência de muitos ao eleger homens malignos, cheio de pecado, pelos mais diversos motivos. Essas pessoas, sempre, serão um vaso fértil para Satanás usar.
Terceiro: Um crente que experimentou o novo nascimento, tem uma missão dada por Jesus Cristo que é pregar o evangelho a toda criatura. Acontece que, como há muitos carnais, eles acham que a obra se faz dentro dos templos com todo o glamour possível. Os carnais gostam de estar em evidência e, se esquecem que aquilo que mais agrada a Deus, provém de um relacionamento muito íntimo com Ele. Se há muita gente dentro da Igreja e, negligenciando a verdadeira missão dada por Jesus Cristo, certamente, haverá problema. Agora, quando o crente compreende que milhares e milhares de pessoas estão indo para o inferno todos os dias e que ele necessita ir pregar o evangelho, e, sendo sabedor que um atalaia tem que ser conhecido de Deus pela oração e por isso sua vida é assim, ele não buscará aplausos de homens e suas experiências com Deus ficará reservada apenas pra si. Pessoas que estão no campo, evangelizando e pregando a Palavra, seja nos presídios, nas praças, aos vizinhos, enfim, aonde o Senhor mandar, essas pessoas não tem tempo para causar problemas e são bençãos para o reino.
Mas, se a missão é essa, por que a existência de templos? os templos são um lugar para a igreja se reunir e prestar um culto a Deus. No culto a Deus, a única luz que brilha é o Senhor Jesus Cristo. E, quando os crentes se reúnem, deve se pregar as doutrinas bíblicas, por que, a única maneira de se conhecer a verdade, conhecer Jesus Cristo, é através do ensino da Palavra. Portanto, caro leitor, se você tem vivenciado tal situação, sugiro que volte a pregação das doutrinas bíblicas, dê mais ênfase na oração e, envie, aqueles que são verdadeiramente cristão, para o campo para anunciar as boas novas, e não para abrir novos templos.
Enquanto, muitas Igrejas, aquelas dotadas de CNPJ, refutam veementemente a celebração do Natal, por considerá-la uma data não cristã, o dia 25 de dezembro, aos poucos, vai perdendo sua identidade e se transformando numa festa cuja pessoa principal, não é mais Jesus, e, sim o "papai Noel". Não importa que o Senhor Jesus Cristo não tenha nascido em dezembro, não importa se há mais de 1000 anos começaram a comemorar o aniversário de Cristo no dia do "deus sol", o importante é que possamos declarar ao mundo todo, inclusive ao mundo mulçumano, que Jesus Cristo, veio a terra como homem, morreu numa cruz, ressuscitou e, hoje, vive eternamente a destra de Deus Pai. Vamos celebrar o Natal. Jesus Cristo vive e viverá para sempre.
Não era de se admirar que um dia viveríamos essa situação. Certamente que Satanás e seus demônios não aceitariam que o evangelho verdadeiro continuasse a ser pregado. Por isso, sorrateiramente, outro evangelho foi introduzido na Igreja, o evangelho que não diz respeito a Jesus Cristo, mas, sim, ao bem estar, ao culto a personalidade, onde o homem passou a ocupar o lugar principal e o Senhor, um mero servidor para satisfazer suas necessidades. Chegamos ao nível que o Evangelho da Cruz tornou-se uma ofensa. Pregar o "novo nascimento", a doutrina do inferno, santidade, sobre o pecado, simplesmente, afasta os crentes da igreja, simplesmente, por que esse tipo de pregação os ofende, os confronta.
Para satisfazer os desejos do homem não regenerado, o novo "evangelho", que nesse século, creio, atingiu um patamar, poucas vezes visto na história eclesiástica, nos leva à acreditar, sob a ótica estritamente humana, que brevemente, o evangelho será totalmente substituído por este novo "evangelho". A sensação que tenho é que, não fosse o zelo do Senhor para com Sua Palavra, o evangelho de Cristo deixaria de existir. Seja com as novas traduções da Bíblia que, aos poucos, vão mudando o seu contexto com a substituição de palavras ou textos que confrontam determinados grupo ou ideologias, que não aceitam nenhum tipo de oposição, seja pela introdução de práticas mundanas dentro dos templos, como, cultos as imagens, festas mundanas dentro dos templos, teatros, comediantes travestidos de pastores, a ordenação de pitonisas como pastoras ou missionárias, que vivem adivinhando o futuro daqueles que não nasceram de novo, enfim, tudo aquilo que, anos atrás, era imaginável, hoje, é uma marca presente dentro das instituições.
Mas, por que cessou a pregação do evangelho? primeiro, por que Satanás entendeu que não adiantava perseguir os cristãos, levando-os a fogueira por causa da sua fé ou entregar para serem devorados por leões. Ele, dotado de inteligência, viu que a melhor maneira de impedir o evangelho de prosperar, era mudando o foco e para isso, introduziu homens malignos, desprovidos de caráter e amantes do dinheiro. Esses homens não tem nenhum compromisso com o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, e, por isso, jamais, pregariam o evangelho verdadeiro. A pregação do evangelho ofende a maioria dos ditos "cristãos". Eles querem uma palavra de auto-ajuda e, por isso, os inimigos da cruz, aqueles que estão travestidos de pastores, buscam em livros de auto-ajuda, a mensagem do culto de domingo. E, assim, vimos a cada dia, menos pessoas interessadas em frequentar os templos e gerando em seus corações, uma aversão ao Evangelho de Cristo. A maioria dessas pessoas não sabem discernir o Evangelho de Cristo do falso evangelho. Muitos "cristão" fizeram uma escolha e, passaram a repudir o evangelho verdadeiro e abraçaram o falso evangelho e, assim, milhares e milhares, passaram a rejeitas o Evangelho que, o apóstolo Paulo defendeu com tanto afinco, o Evangelho da Cruz, o evangelho que leva para o céu.
A Igreja, desde
os primórdios, nos dias de Paulo, João, Pedro, logo após a ascensão de Cristo,
já se encontra sob forte ataque realizado por homens malignos. Lembrando que
todo o projeto proveniente do mal, se deu e se dá, através de vasos de desonra
usados para com a finalidade de minar a primazia de Cristo, Sua Igreja. Foram
muitos os meios usados para impedir o seu avanço, desde a introdução de
heresias, com os agnósticos, até a perseguição ferrenha implementada, num
primeiro momento, pelo Império Romano,
e, posteriormente, pela própria religião, visando a aniquilação da Igreja.
Anos e séculos se
passaram, e, em várias ocasiões, muitos acharam que o intento maligno tivesse
auferido êxito, mas, nos momentos mais sombrinhos da história eclesiástica, onde,
muitos acreditavam no êxito de Satanás, vimos a intervenção do Senhor Jesus
Cristo em favor de sua noiva que se encontrava protegida por Ele no deserto.
Chegamos no século XX e, agora, os representantes da instituição igreja se dividem, inclusive, muitos se colocando
como seus únicos representantes legais. É, nesse momento, que, os maiores e,
acredito, os últimos ataques arquitetados por Satanás contra a Igreja são
implementados. Sua atuação ocorre em duas frentes: ataque a família e ataque a
instituição. O ataque a família se deu, através, principalmente da televisão,
cuja programação arquitetada por homens pervertidos, iria contribuir para a
banalização do casamento, a quebra de hierarquia familiar patriarcal, a
banalização do sexo, o feminismo, a intromissão do Estado na educação dos
filhos, ensinando valores progressistas e anticristão. Por outro lado, Satanás,
também, dirigiu seus ataques a instituição “Igreja”. Para isso, muitos homens
malignos foram requisitados e infiltraram na instituição, se apresentando como
autoridades. Esses homens são perniciosos, amantes de si mesmos, adúlteros,
mentirosos, avarentos, imorais, e, não só causaram, mas continuam causando
muitos danos através dos escândalos, fruto do mal testemunho. E, muitos, por
sua vez, olharam e não souberaram
separar a Igreja de Cristo da Instituição Igreja. E, por se multiplicar os
escândalos, muitos pararam de frequentar os templos e, deixaram de se reunir
como igreja, para prestar culto ao
Senhor. Não bastasse isso, o sincretismo religioso tornou-se uma realidade. Em
muitos “cultos” o que menos se ouve, é a referência ao Nome de Nosso Jesus Cristo
e, a cruz, já não é o tema central de muitos púlpitos. Muitos altares tem sido
ocupado por pitonisas, adivinhos, curandeiros, idólatras, e de lá tem procedido
o engano, o falso evangelho. Os templos que outrora era lugar de oração, lugar
onde se estudava as sagradas escrituras, tornou-se lugar de festas. Agora, a
instituição promove encontros, apresentações, teatros, atividades para jovens,
encontro de mulheres, reunião de homens, enfim, tudo aquilo que jamais deveria
ter ocupado nossos templos. Os “cristãos” esqueceram do “Ide de Cristo” e já
não anunciam o evangelho a toda criatura, afinal, todos estão muito ocupados
com seus trabalhos, seja nas instituições ou, nos trabalhos seculares, afinal,
o dinheiro se tornou um deus para muitos. E, assim, entramos no século XXI, assistindo
uma tranformação moral e intelectual como nunca tínhamos visto. Aquilo que
demorava dez, vinte anos para acontecer, acontece em um, dois ou três anos. E
muitos, seja crentes ou incrédulos no evangelho, já não estão suportando essa
tranformação que se processa no comportamento humano nos nossos dias. Prova
disso é o número de suicídios - hoje o suicídio é a segunda causa de mortes no
planeta.
A família, um dos
alvos do maligno, enquanto instituição, vai muito mal. Hoje, já não querem
aceitar a família como criado por Deus. Dizem que há várias formas de família.
Filhos já não podem ser corrigidos pelos pais sob pena de ir pra cadeia. Os
casamentos são frágeis, os maridos não mais respeitam suas esposas e o
contrário, também é verdadeiro. Tornou-se raridade casamento sólidos e, os
reflexo de tudo isso, é a quantidade de jovens que partem para a delinquência, outros,
se enveredam para o consumo das drogas ilicitas, mergulhando nesse submundo. Ao
mesmo tempo, inúmeros pais choram diante da impotência de resgatar seus filhos.
E, eu me
pergunto: aonde erramos? Erramos quando nós, a Igreja, tornamos-nos conivente
com o pseudo evangelho, quando a igreja se aliou ao mundo e esqueceu das
doutrinas bíblicas. Lembro-me de anos atrás, que, em determinadas denominações
evangélicas, era vedado possuir uma TV, bem como assistir a sua programação.
Lembro que em muitas ocasiões, eu próprio critiquei essas denominações, mas,
hoje, vejo como isso foi necessário, pois a televisão conseguiu desagregar as
famílias e introduzir valores inimagináveis. Pena que eles cederam ao modernismo.
Hoje, a televisão, já não tem tanta influência como o celuar, mas, o
poder destruirdor continua mais devastador. A educação que os pais deveriam dar
a seus filhos, agora, foi terceirizado. Quem dita os rumos de crianças e
adolescentes são os “youtuberes”, homens desprovidos de qualquer valor cristão,
imorais, malignos, que disseminam valores que, até em citá-lo neste texto, seria
ofensivo.
Olhando para um futuro próximo, confesso que o
porvir é assustador. Por que, não bastasse a destruição das famílias e a escassez
da credibilidade da instituição igreja, querem, agora, nos obrigar a aceitar
que o mundo venha a doutrinar nossos filhos, impondo os seus valores. Eles
querem estabelecer o que é o certo e o que é o errado. E, o que podemos fazer?
Agora, nos resta muito pouco. Muitos pais já perderam seus filhos, suas
famílias, seja para as drogas, seja para o mundo do crime, seja para a morte.
Triste essa frase, mas, é uma constatação. Vejo isso todos os dias.
Mas, a igreja
verdadeira, a luz reluzente nesse mundo de trevas, que não tem CNPJ nem um nome,
precisa voltar-se para as escrituras sagradas e parar de pregar o
pseudo-evangelho da auto-ajuda; precisamos arrancar de nossos templos todo
sincretismo religioso, toda engano que encontra-se tão enraizado, que, muitos,
já não conseguem discernir o falso do verdadeiro.
A igreja precisa
voltar a orar, se converter dos seus maus caminhos, se arrepender de seus
pecados, por que, a volta de Cristo está próxima. Até mesmo os incrédulos vêem
que o fim se aproxima. Não vislumbro tempos melhores, mas creio numa nova
esperança, conforme descrito na Palavra de Deus, uma esperança reservada para
aqueles que escolheram viver em santidade, em total obediência ao Senhor: a
esperança da vida eterna que só se obtém através de Jesus Cristo.